Moda

#Girlboss

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Eu esperei por esse seriado por mais de um ano, desde quando vi uma foto de script com logo da Nexflix no perfil da Sophia Amoruso. Enquanto lia #girlboss anos atrás, desejei assistir. São relatos de como uma hipster falida com nome sujo* que começou vendendo roupas barganhadas em garage sell no e-bay construiu um e-commerce de moda avaliada em mais de cem milhões de dolares, Nasty Gal.

*sem possibilidade de crédito por ter uma dívida de poucos dólares em um cartão da Victoria Secret que nunca recebeu por ter se mudado.

 

A minha expectativa para o seriado era bem alta, logo fiquei decepcionada no primeiro episódio. Apesar da atuação da Britt Robertson ser ótima, ela estar linda, a fotografia do seriado ser bem resolvida, achei as cenas um tanto forçadas. Continuei assistindo e essa sensação foi passando até eu estar bem envolvida na trama e vi a primeira temporada toda em um dia. Todos os 13 episódios, com duração em torno de 25 minutos.

Uma lição de ser destemida, coragem inclusive de assumir o medo de rejeição e enfrentar. Também ótimos exemplos para se desvincular do orgulho e do egoísmo. Sem spoiller… em determinadas cenas vibrei para ela voltar atrás!

O mais inspirador para mim, foi ver como duas pessoas de amizade sincera constroem um sonho juntos! Lógico que lembrei de mim e o Douglas construíndo o Idsetters.

Assistindo agora, como eu queria em 2012 ter tido uma Kaavi na nossa história.  Ok, chega! Sem spoiler, eu prometi.

Em 2015 Sophia Amoruso deixou o cargo de CEO da Nasty Gal, final de 2016 a empresa declarou falência, então tem muita história de altos e baixos para uma segunda termporada. Eu quero ver, e vocês?!  Netflix deve fazer uma segunda temporada de #Girlboss?

Sempre na minha versão beta. Stylist. Formada em estilismo e design de moda, se especializou em pesquisa de moda, de forecasting a cool hunting.

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